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3 mitos sobre o uso de antidepressivos

Os sintomas depressivos podem ser incapacitantes para a pessoa que os apresenta, interferindo largamente nas funções de vida e muitas vezes de forma avassaladora e preocupante. Tristeza, negativismo, desmotivação, perda de prazer nas coisas, alterações no padrão do sono e no apetite são alguns sintomas característicos de um quadro depressivo e podem prejudicar muito a qualidade de vida de uma pessoa, podendo alterar as atividades da vida diária, inclusive o rendimento no trabalho.
De acordo com a Organização Mundial de Saúde, a depressão, desde episódios leves até episódios graves atinge aproximadamente 121 milhões de pessoas no mundo atualmente. Muitas vezes, além da psicoterapia, se faz necessária a introdução de medicamentos após uma avaliação psiquiátrica. Os antidepressivos são psicofármacos amplamente usados para o tratamento de episódios depressivos; transtornos de ansiedade como transtorno do pânico, transtorno de ansiedade generalizada; transtorno obsessivo compulsivo, além de outras várias indicações de tratamento.
O uso de antidepressivos pode muitas vezes suscitar pensamentos equivocados em relação ao tratamento, por isso é extremamente necessária a avaliação psiquiátrica que permite identificar os sintomas e traçar um plano de tratamento adequado ao paciente. O acompanhamento psiquiátrico regular é imprescindível quando há indicação e prescrição de um psicofármaco.
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